Estados Unidos
| Os Estados Unidos da América (em inglês United States of America) são uma república federal presidencialista, composta por cinqüenta estados e um Distrito Federal. O nome do país é freqüentemente referido pelas siglas USA ou US (em inglês) e EUA (em português). |
Os Estados Unidos da América (em inglês United States of America) são uma república federal presidencialista, composta por cinqüenta estados e um Distrito Federal. O nome do país é freqüentemente referido pelas siglas USA ou US (em inglês) e EUA (em português).
A maior parte dos Estados Unidos localiza-se na região central da América do Norte, possuindo fronteiras terrestres com o Canadá e com o México, sendo que o restante do país limita-se com o Oceano Pacífico, o Mar de Bering, o Oceano Ártico, o Golfo do México e o Oceano Atlântico. Dos 50 estados, apenas o Alasca e o Havaí não são contíguos com os outros 48 Estados, nem entre si. Os Estados Unidos também possuem diversos territórios, distritos e outras possessões em torno do mundo, primariamente no Caribe e no Oceano Pacífico. Cada Estado possui um alto nível de autonomia local, de acordo com o sistema federal.
Os Estados Unidos celebram o seu dia da independência a 4 de julho de 1776, quando as Treze Colônias britânicas na América do Norte fizeram a Declaração de Independência, rejeitando a autoridade britânica, a favor da política de autodeterminação. Esta independência foi oficialmente reconhecida pelo Reino Unido no Tratado de Paris. Os Estados Unidos adotaram sua atual Constituição em 1789, que estabeceu a estrutura básica do governo americano. Desde então, a nação gradualmente desenvolveu-se, tornando-se uma superpotência após o fim da Segunda Guerra Mundial, passando a exercer grande influência econômica, política, científica, tecnológica, militar e cultural no mundo.
História dos Estados Unidos da América
Os atuais Estados Unidos da América nasceram da união de Treze Colônias britânicas estabelecidas na costa atlântica da América do Norte a partir do século XVII. Em 1776, uma revolta foi organizada pela classe dirigente dos colonos e seguiu-se a Revolução Americana de 1776, que foi uma guerra de independência contra a autoridade do rei do Reino Unido. Em 1789, o país adotou uma constituição e assumiu a forma de uma República Federal, concedendo grande autonomia aos Estados federados. Desde o reconhecimento da sua independência pelo Reino Unido em 1783, e até meados do século XX, novos territórios e Estados foram sendo incorporados, ampliando as fronteiras do país até ao Oceano Pacífico.
A ocupação do território onde hoje estão os Estados Unidos, começa com a migração de humanos da Ásia, através do Estreito de Bering, num período indeterminado (estimativas variam de dez a quarenta mil anos atrás).
Durante o século XVI e século XVII, exploradores espanhóis exploraram e colonizaram esparsamente as regiões que constituem hoje o sul da Flórida e da região sul dos Estados Unidos. O primeiro assentamento inglês bem-sucedido foi Jamestown, localizado no atual Estado de Virgínia, fundado em 1607. Durante as duas décadas seguintes, vários assentamentos neerlandeses foram fundados no que atualmente constitui o Estado de Nova Iorque, incluindo a vila de Nova Amsterdam, que é atualmente Cidade de Nova Iorque, bem como a extensiva colonização inglesa da costa leste dos Estados Unidos, tendo expulso os neerlandeses da região por volta da década de 1670.
Formação dos estados norte-americanos desde 1750 até hoje.Após a Guerra Franco-Indígena, onde a França perdeu suas colônias que atualmente constituem o leste do Canadá para o Reino Unido, este começou a impor impostos nas Treze Colônias - sendo os custos financeiros uma das principais razões da guerra. Estes impostos tornaram-se extremamente impopulares entre os colonos americanos, que além disso, não dispunham de representação no Parlamento do Reino Unido. As tensões entre as Treze Colônias britânicas e entre o Reino Unido cresceram, e as Treze Colônias rebelaram-se contra o Parlamento e Rei britânicos, na Guerra de Independência, iniciada em 1775, e que perdurou até 1783. A estrutura política original das Treze Colônias era uma confederação, ratificada em 1781. Em 1789, os Estados Unidos optaram em se tornar uma República Federal.
O primeiro Presidente dos Estados Unidos da América, George Washington.Ao longo do século XIX, vários novos Estados foram adicionados aos 13 originais (por exemplo o Texas, anexado ao México), à medida que a nação se expandiu na América do Norte. O Destino Manifesto foi uma filosofia política dos Estados Unidos que encorajou a expansão rumo ao Oeste no país. À medida que a população dos estados do Leste crescia, e um número cada vez maior de imigrantes entrava no país, cada vez mais assentadores passaram a habitar regiões cada vez mais a Oeste do país. Enquanto isto acontecia, os Estados Unidos acabaram efetivamente com todas as nações nativo americanas existentes em território americano, e movendo forçadamente a população indígena dos seus antigos territórios para reservas indígenas. Esta migração forçada é ainda um assunto muito discutido nos Estados Unidos, com várias tribos nativos americanas ainda reivindicando terras, e defendendo uma política separatista.
Em algumas áreas, os nativos americanos foram exterminados pelos colonos, que os expulsaram de suas terras. Ao contrário da maioria dos países europeus, os Estados Unidos nunca foram uma potência colonial, embora, através de várias vitórias militares, diplomacia e acordos externos, os Estados Unidos tivessem adquirido um número de possessões ultra-marítimas, desde Cuba até as Filipinas. Embora gradualmente, muitos destes territórios adquiriram soberania, e outras destas possessões continuaram sob controle dos Estados Unidos, geralmente, na forma de territórios (como Porto Rico). O Havaí é o único destas possessões que se tornou um Estado, em 1959.
Os Estados Unidos adotavam, até a Guerra Civil Americana, uma política isolacionista, não procurando intrometer-se em conflitos internacionais. Porém, isto mudou com o fim da guerra civil. Durante o século XIX, os Estados Unidos tornaram-se uma potência econômica e militar mundial. O crescimento da influência dos Estados Unidos sobre o mundo continuou no século XX, um século que é por vezes chamado de O século americano, por causa da tremenda influência americana sobre o resto do mundo, onde o país se tornou o maior pólo de desenvolvimento tecnológico do planeta.
A influência americana sobre o mundo pôde ser vista na Grande Depressão, um período de grande recessão da economia entre 1929 e 1940, que não somente abateu todo o país como o Canadá e os países europeus (especialmente o Reino Unido e a Alemanha). Porém, isto mudou com a entrada do país na Primeira Guerra Mundial e na Segunda Guerra Mundial. Após o fim desta, os Estados Unidos emergiram definitivamente como uma das superpotências mundiais, juntamente com a União Soviética - desencadeando a Guerra Fria.
Entre 1945 e 1991, ano do fim da União Soviética e do fim da Guerra Fria, os Estados Unidos passaram a estar muito envolvidos em assuntos externos - especialmente guerra ideológica contra o comunismo - participando ativamente na Guerra da Coréia e na Guerra do Vietnã, além de apoiar regimes militares em diversos países sul-americanos e a guerrilha anticomunista na Nicarágua. Com o colapso da União Soviética, os Estados Unidos emergiram como a única superpotência mundial. Passaram então a envolver-se em ações de paz, participando na Guerra do Golfo, em 1991, removendo tropas iraquianas que haviam invadido o Kuwait.
Em 2001, os Estados Unidos sofreram o pior ataque ao seu território ao longo da história do país, com os Ataques de 11 de Setembro, onde quase três mil pessoas morreram. Este ataque terrorista, desencadeou a denominada Guerra contra o terrorismo, e, posteriomente, a controversa Invasão do Iraque, além da caça ao mandante dos atentados, Osama bin Laden.
Não obstante às sérias questões envolvendo práticas racistas presentes na sua história o país elegeu para a Presidência da República, em 2008, o senador afro-americano pelo estado de Illinois, Barack Obama.
Política
A Casa Branca, residência oficial do Presidente dos Estados Unidos.Os Estados Unidos são uma República Federal Presidencialista. No nível federal, o principal oficial do Poder Executivo do país é o Presidente, eleito por um colégio eleitoral. O candidato à presidência que obtém a maioria dos votos do colégio eleitoral em uma dada eleição presidencial é o vencedor desta eleição.
O Poder Legislativo americano é exercido pelo Congresso, composto pela Câmara dos Representantes e pelo Senado. Cada Estado tem direito a dois senadores e a um número de representantes proporcionais à sua população. O Poder Judiciário pertence aos tribunais federais, dos quais a maior é a Suprema Corte. Cada Estado possui direito a um certo número de votos no colégio eleitoral (que é proporcional à sua população).
Subdivisões dos Estados
Os Estados Unidos estão divididos em 50 Estados e um distrito federal, o Distrito de Columbia. Cada Estado, por sua vez, está subdividido em condados, com excepção da Luisiana, em que as subdivisões se chamam "paróquias", (parishes, em inglês) e do Alasca, onde as subdivisões estaduais são chamadas de "distritos" (boroughs). Os Estados Unidos da América são uma República Federal, que dão aos Estados federados muitos poderes, que na maioria dos outros países do mundo são exclusivas do governo nacional. São os governos estaduais que possuem a maior influência sobre o dia-a-dia da população americana. Cada Estado possui sua própria Constituição e possui o poder de aprovar suas próprias regras e leis, referentes a certos assuntos como propriedade, crime, saúde e educação. O principal oficial de um Estado é o Governador. Cada Estado também possui uma legislatura bicameral. Os membros do Legislativo são eleitos pela população do Estado, exceto no Estado de Nebraska, onde cada condado possui direito a um certo número de membros na legislatura. Destaca-se a legislatura da Nova Hampshire, que é o terceiro maior Poder Legislativo do mundo anglófono, e possui um representante para cada três mil habitantes. Cada Estado possui seu próprio Executivo, Legislativo e Judiciário.
A área, população e/ou produto interno bruto de vários dos Estados dos Estados Unidos podem ser comparados com a de vários países do mundo. A população da Califórnia, por exemplo, é maior do que o do Canadá, e seu produto interno bruto seria o oitavo maior do mundo, caso o Estado fosse um país independente. Já o Alasca seria a décima sétima maior entidade nacional do mundo, em área, caso fosse um país independente, com área comparável ao do Irã.
As instituições que são responsáveis pelo governo regional são tipicamente Conselhos Municipais - que tomam efeito em cidades (cities ou towns), vilas (village), municipalidades regionais (towns, regional municipality, municipality, hamlet) e condados (counties). Municipalidades regionais e condados são um agrupamento de cidades e vilas. Tais subdivisões regionais, bem como as cidades, aprovam leis que têm efeito nestas subdivisões em particular, lidando com assuntos como trânsito e a venda de álcool, bem como o poder de criarem impostos. Nas cidades, o maior oficial eleito pela população é o prefeito. Em alguns Estados, os condados ou municipalidades regionais também possuem o direito de criar leis e impostos que valem para todas as cidades e vilas dentro dos limites do condado. Em outros Estados, os condados ou municipalidades regionais possuem pouco ou nenhum poder, servindo apenas como distinções geográficas.
Os Estados Unidos possuem vários territórios e possessões insulares ultramarinas. A maior delas é a ilha de Porto Rico. Outras territórios ultra-marítimos de importância incluem a Samoa Americana, Guam, Marianas Setentrionais e as Ilhas Virgens Americanas. A Marinha americana têm ocupado uma base militar na Baía de Guantánamo, desde 1898.
Raças e etnias
As principais ascendências étnicas dos habitantes dos Estados Unidos.Os Estados Unidos possuem uma das populações mais multiculturais do mundo, em termos de ascendência étnica e racial. A região que constitui atualmente os Estados Unidos eram inicialmente habitados por povos nativos americanos, como esquimós no Alasca e algonquinos, hurões e iroqueses no nordeste do atual Estados Unidos.
No século XVII e XVIII, o território que atualmente constitui os Estados Unidos foi colonizado por europeus. Imigrantes ingleses, muitos dos quais fugiam de perseguição religiosa na Europa, constituíam a maioria dos colonos. Todavia, colonos escoceses, franceses e neerlandeses também instalaram-se em diversas regiões do atual Estados Unidos. Escravos foram trazidos do continente africano do século XVII ao início do século XIX para serem usados como mão-de-obra e, atualmente, seus descendentes, conhecidos como afro-americanos, constituem uma considerável parcela da população americana, formando 12,9% da população dos Estados Unidos.
A partir de 1850, pessoas de diversas partes do mundo passaram a imigrar para os Estados Unidos. Até o final do século XIX, a maioria dos imigrantes vinham dos países da Europa Ocidental e Setentrional (Alemanha, Irlanda, Inglaterra e Escandinávia). Italianos, poloneses e judeus imigraram em grande quantidade entre o final do século XIX e meados do século XX (até a década de 1970). Os maiores grupos étnicos europeus são alemães (que compõem 15,2% da população americana), irlandeses (10,8%), ingleses (8,7%), italianos (5,6%), escandinavos (3,4%), poloneses (3,2%) e franceses (3%). Brancos constituem no total 77% da população dos Estados Unidos - 69%, excluindo os hispânicos.
Em décadas recentes até os dias atuais, hispânicos e asiáticos são os principais grupos de imigrantes instalando-se no país. Hispânicos constituem uma considerável parcela da população americana, sendo atualmente a maior minoria étnico-racial dentro dos Estados Unidos, compondo cerca de 13,4% da população americana. Dado a alta imigração de hispânicos para os Estados Unidos, espera-se um crescimento drástico desta percentagem nas próximas décadas. Cerca de 64% dos hispânicos são mexicanos. Boa parte desta imigração é ilegal, porém.
Asiáticos constituem um expressivo grupo racial minoritário dos Estados Unidos, constituindo 4,2% da população do país. Expressiva a partir da década de 1860, a imigração de asiáticos aumentou drasticamente durante a década de 1960, mantendo-se em alta até os dias atuais.
Idiomas
Os Estados Unidos nunca tiveram um idioma oficial, embora o inglês tenha sido sempre o idioma predominante no país, e seja falado pela imensa maioria da população, sendo de facto o idioma oficial dos Estados Unidos. Por isso, o inglês é o idioma usado em quaisquer pronunciamentos oficiais, que vão desde tratados até leis e sentenças. 27 Estados adotaram o inglês como idioma oficial. Destes Estados, três adotam um segundo idioma oficial: o Havaí, que adotou o havaiano como segundo idioma oficial; a Luisiana, que adotou o francês; e o Novo México, que adotou o espanhol. Nos Estados americanos sem idioma oficial, o inglês é adotado em todos serviços públicos, serviços em outros idiomas são fornecidos em áreas com grande população de imigrantes. Já Estados onde o inglês (e por vezes um segundo idioma) é o idioma oficial não precisam necessariamente fornecer serviços públicos em outros idiomas.
Muitos dos imigrantes que vão aos Estados Unidos possuem pouco ou nenhum conhecimento de inglês. A maioria deles aprende inglês o suficiente no país para comunicar-se com outros americanos. Os filhos destes imigrantes, que estudam em escolas americanas, aprendem primariamente inglês nas escolas. Assim, a cada geração, o idioma materno acaba cedendo, gradualmente, lugar ao inglês. Os descendentes diretos destes imigrantes geralmente falam tanto o idioma materno quanto inglês, enquanto muitas vezes os netos dos imigrantes falam apenas inglês.
Atualmente, o espanhol é o segundo idioma mais falado dos Estados Unidos. Cerca de 10,8% da população americana possui o espanhol como idioma materno. A maioria dos falantes do espanhol mora nos estados do oeste e do sul (especialmente nos estados da Califórnia, Novo México e Texas). Desde a década de 1950, muitos hispânicos imigraram para os Estados Unidos, vindos do México, Cuba e outros países hispânicos. Muitos desses novos imigrantes aprenderam ou aprendem o inglês, mas outros falam apenas espanhol. Por isso, em cidades ou bairros onde a concentração de hispânicos é alta, pronunciamentos oficiais são dados tanto em inglês quanto em espanhol.
Como não existe um idioma oficial no país, o domínio do inglês não é de todo indispensável nos Estados Unidos, especialmente nos estados americanos que possuem uma grande população de imigrantes recentes - especialmente hispânicos. Muitas pessoas, porém, acreditam que todo cidadão estadunidense deveria saber inglês. Estas pessoas acreditam que é quase impossível para as pessoas sem o domínio do inglês conseguirem emprego fora de bairros com grande presença de imigrantes recentes. Além disso, tais ativistas alegam que um único idioma falado por todos no país é um fator importante para a união como um todo dos Estados Unidos. Por isto, na década de 1980 e na década de 1990, vários Estados criaram leis fazendo do inglês como único idioma legal dentro de tais Estados.
Distribuição da densidade populacional dos Estados Unidos.Os Estados Unidos são um país altamente urbanizado. Cerca de 80% da população americana vive em cidades. Estas cobrem apenas 2,75% da área total do país. Existem duas grandes megalópoles no país. Uma está localizada na região nordeste dos Estados Unidos, composta principalmente pelo Estado da Nova Jérsei e pelas cidades de Nova Iorque, Boston, Filadélfia e Washington, DC, na costa atlântica. A outra está localizado na região sudoeste do país, na costa pacífica, centralizadas nas cidades de Los Angeles, San Francisco e Sacramento.
Grandes subúrbios cercam muitas das cidades dos Estados Unidos. As cidades centrais e cidades vizinhas formam áreas metropolitanas. Existem cerca de 260 áreas metropolitanas no país, das quais as maiores são as regiões metropolitanas de Nova Iorque que possui 21 milhões de habitantes, Los Angeles, que possui 13 milhões de habitantes, e Chicago, que possui 9 milhões de habitantes. A população dos subúrbios das cidades centrais destas metrópoles é considerável, e muitas vezes superior à população da cidade central. Washington, DC, por exemplo, possui somente cerca de 535 mil habitantes, enquanto sua região metropolitana possui cerca de 4 milhões de habitantes. Desde 1970, mais americanos vivem nos subúrbios do que nas cidades centrais.
Economia dos Estados Unidos
Wall Street, sede da New York Stock ExchangeA economia dos Estados Unidos da América está organizada segundo o modelo capitalista e é marcada por um crescimento constante de longo prazo, baixa carga tributária, mesmo para os padrões dos países desenvolvidos, baixas taxas de desemprego e de inflação, embora tenha apresentado nos últimos anos um grande déficit, tanto de balança comercial quanto de orçamento de seu governo. A economia dos Estados Unidos pode ser vista como a mais importante e influente do mundo em tempos atuais. Vários países indexaram as suas moedas ao dólar, ou chegam mesmo a usar a moeda americana como sua moeda oficial, e os mercados de capitais americanos são em geral vistos como indicadores da economia mundial.
O país tem enormes recursos minerais, com grandes depósitos de ouro, petróleo, carvão e urânio. Na agricultura, está entre os maiores produtores mundiais de milho, trigo, açúcar e tabaco, entre outras produções. A indústria de manufatura americana é diversificada, com automóveis, aviões e produtos eletrônicos sendo os principais produtos industrializados produzidos no país. O maior setor econômico, no entanto, é o de serviços: cerca de três quartos dos habitantes dos Estados Unidos trabalham nesse setor.
O maior parceiro comercial dos Estados Unidos é o seu vizinho do norte, o Canadá. Outros parceiros econômicos importantes são a União Européia, o México, o Japão e a China.
Educação
Harvard University, uma das melhores universidades do mundo.A educação nos Estados Unidos da América é fornecida primariamente pelo governo. Porém, o sistema educacional estadunidense é altamente descentralizado. Regras e padrões educacionais são ditados pelo Departamento de Educação de cada Estado, com o Departamento de Educação dos Estados Unidos da América monitorando o estado da educação no país, e fornece verbas aos Departamentos de Educação dos Estados. Escolas em geral são administradas por distritos escolares, cuja juridisção em geral é co-existente com os limites de uma cidade ou um condado. Distritos escolares possuem o poder de cobrar impostos dos habitantes vivendo em sua jurisdição, com outras verbas necessárias sendo fornecidas pelo Estado. Universidades e faculdades públicas são quase sempre administradas pelo Estado. A taxa de alfabetismo dos Estados Unidos é de 97%.
Desporto PE | Esporte PB
O futebol americano é um dos esportes mais populares no país.Alguns desportosPE/ esportesPB que foram criados e desenvolvidos nos Estados Unidos da América acabaram por ser tornarem mundialmente famosos: o basquete, o basebol, o boliche e o futebol americano. Poucos esportes criados em outros países conseguiram popularizar-se no país. Um exemplo é o hóquei sobre o gelo, sendo que o país possui atualmente vários times profissionais do esporte. O futebol vem crescendo de popularidade desde a criação da MLS. Outros esportes famosos no país incluem golfe, tênis, natação, corridas automobilísticas e esportes radicais.
Culinária dos Estados Unidos da América
Não existe uma culinária nacional, original do país - a atual culinária americana é altamente diversificada, variando de região a região, dependendo da população e da cultura da região. Alimentos comuns do café da manhã estadunidense são ovos batidos, bacon, panquecas, cereais e pães com pasta de amendoim, acompanhados com café ou suco, na maioria das vezes, de laranja. O almoço do estadunidense é leve - as razões são o pouco tempo disponível para almoço para os trabalhadores e estudantes. Um almoço pode ser simples ao ponto de ser constituído de apenas um único sanduíche, e só. O jantar é, na maioria das famílias americanas, o principal prato do dia.
Os Estados Unidos são o maior consumidor de café do mundo. Muitos tomam café logo pela manhã, e vários tomam café durante o trabalho. Além disso, os Estados Unidos também é o maior consumidor de refrigerantes do mundo. Os Estados Unidos são famosos mundialmente pelas suas redes de fast-foods. Os americanos almoçam muitas vezes em fast-foods, justamente por causa do pouco tempo disponível dos trabalhadores para almoço - bem por causa dos baixos preços dos produtos oferecidos.
Cultura
Ícones culturais americanos: torta de maçã, baseball, e a bandeira dos Estados UnidosA cultura dos Estados Unidos tem uma grande influência no resto do mundo, e em especial no mundo ocidental. A música estadunidense é ouvida em todo o mundo e os filmes e programas televisivos americanos podem ser vistos quase em todo o lado. Existe um contraste muito grande com os primeiros tempos da república, quando os Estados Unidos eram vistos como um país agrícola com pouco a oferecer aos centros culturalmente avançados do mundo da Ásia e Europa.
A maioria das grandes cidades dos Estados Unidos oferecem instalações e atuações de música clássica e popular, centros de pesquisa histórica, científica e artística e museus, atuações de dança, musicais e peças de teatro, além de eventos ao ar livre e arquitetura de significado internacional. Este desenvolvimento é resultado de contribuições quer de filantropos privados, quer de fundos governamentais.
A maioria da população americana possui uma razoável quantidade de tempo livre (dedicado à recreação) disponível. Os esportes são os principais passatempos da população americana. Milhões de estadunidense passam seu tempo livre jogando esportes com amigos ou assistindo jogos profissionais em estádios ou na televisão. Outros métodos de recreação muito populares no país incluem filmes, sitcoms, shows musicais e o teatro. Cerca de 95% da população americana possui uma televisão em casa. Em média, a televisão de uma dada residência fica ligada sete horas por dia. Hobbies ocupam muito do tempo recreativo de muitos estadunidense. Jardinagem, colecionamento de certos produtos (selos, moedas, etc), tricotagem, fotografia, artesanato e aeromodelismo são alguns dos mais famosos no país.
Cinema
O Sinal de HollywoodO cinema dos Estados Unidos da América, além de uma forma de expressão cultural específica de um povo, é também uma das mais bem sucedidas indústrias de entretenimento do mundo. Apesar de nem todos os filmes dos Estados Unidos serem produzidos em Hollywood, a localidade tornou-se sinônimo desta indústria nacional. A influência do cinema estadunidense no resto do mundo é avassaladora e permanece, geralmente, como líder de audiência em vários países do mundo.
Literatura
Edgar Allan Poe, escritor e poeta pioneiro da literatura americana.A literatura americana pode ser considerada como fazendo parte da literatura inglesa ou como um ramo literário distinto. A literatura americana inicial deve muito às formas e estilos originários da Europa. Por exemplo, "Wieland" e outros romances de Charles Brockden Brown (1771-1810) se inspiram nos romances góticos que então eram escritos na Inglaterra. Mesmo as narrativas impecavelmente urdidas por Washington Irving (1783-1859) - principalmente Rip Van Winkle e The Legend of Sleepy Hollow - parecem claramente européias apesar do trama se desenrolar no Novo Mundo.
Teatro
O distrito de teatros da Broadway, em Nova Iorque, sede de famosas peças teatrais.Ver artigo principal: Teatro dos Estados Unidos da América
O teatro estadunidense é baseado na tradição ocidental, na sua maioria emprestado dos estilos de performance que prevaleciam na Europa na época de sua introdução no país. Hoje em dia, está fortemente interligado com a literatura, filmes, televisão e música americana e não é incomum uma mesma história ser recontada em todas estas formas. Regiões com cenários musicais significativos frequentemente possuem fortes tradições teatrais e de comédia também. O teatro musical pode ser a forma mais popular: é certamente uma forma mais viva de teatro e as coreografias de sucesso dos palcos acabam indo para a televisão e filmes.
Motivos de Oração
A igreja precisa ser mais unida. Hostilidades interdenominacionais, especialmente entre católicos e protestantes, têm prejudicado o avanço do reavivamento e do cristianismo.
Ore pelos missionários cristãos, muitos vivem sob constantes ameaças e perseguição. Ore pela conversão de líderes influentes e para que Deus levante ministérios de reconciliação entre os grupos religiosos.
Louve a Deus pela visão missionária da igreja. Muitos aceitam trabalhos humildes apenas para servir como testemunhas de Cristo. Ore pela segurança desses cristãos e pela eficácia de seu testemunho.
Ore pelo governo nessa nova jornada e que ele realmente venha suprir as necessidades dos povos que vivem no país. Que o índice de desemprego diminua e os menos favorecidos consigam se reeger. Que os Estados Unidos da América entregue a nação ao Senhor Jesus e voltem ser verdadeiros cristãos.
Fonte
Wikipédia
Notícias no Wikinotícias
Portal oficial do governo dos Estados Unidos (em inglês)
Página da Casa Branca e do Presidente dos Estados Unidos (em inglês)
Agência governamental de censos dos Estados Unidos (em inglês)


